A Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Bauru pediu a prisão preventiva de um médico. A solicitação foi noticiada pelo portal R7, na cobertura de Bauru e Região, em reportagem publicada em 10 de setembro de 2026.
De acordo com as informações divulgadas, o médico invadiu o prédio da ex-companheira na cidade e, na sequência, atirou contra si mesmo. O episódio ocorreu em Bauru, no interior de São Paulo.
A ocorrência reúne dois elementos de gravidade: a invasão do imóvel onde mora a ex-companheira e o disparo de arma de fogo contra o próprio homem apontado como responsável pela invasão.
O pedido de prisão preventiva é uma medida cautelar. Ele precisa ser analisado pela Justiça para que a detenção seja efetivamente autorizada e não equivale, por si só, a uma condenação.
A DDM é a unidade policial responsável por investigar crimes de violência doméstica e familiar contra a mulher. Entre as situações que chegam à delegacia especializada estão ameaças, agressões, perseguição e descumprimento de medidas protetivas.
A reportagem não informa o nome do médico, o endereço do prédio invadido nem o estado de saúde dele após o disparo. Também não detalha se a ex-companheira estava no imóvel no momento da invasão.
O caso segue sob responsabilidade da delegacia especializada, que pediu a manutenção do médico na prisão de forma preventiva. A decisão sobre o pedido cabe ao Poder Judiciário.
O registro chama a atenção para a atuação da rede de proteção à mulher em Bauru e para a importância de que situações de risco envolvendo ex-companheiros sejam comunicadas o quanto antes às autoridades.
